terça-feira, 31 de janeiro de 2006

Soneto do Bar do Biu

Virando numa curva distraída
- era noite de samba e butiquim!
Um sol brotou gigante dentro em mim
Bem quando ouvia o Vendaval da vida

Pra tudo o que tardou aquele Dia
negou-se a enfim deixar haver depois
Porque manjar algum não poderia
Dizer mais de nós que um baião-de-dois

Mister após um ano confessar
Faltar-me a tua presença como o ar
Se súbito os olhos não te contemple

Só no mais enumerar alegrias:
Trezentos e sessenta e cinco dias
Que mudaram minha vida pra sempre

[pra Stefânia, minha "Amada pra valer"]

4 comentários:

  1. Fer, tô tão orgulhosa de vc! Ass., Eugênia, acompanhando a discussão no Pentimento.

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  2. Vendaval da vida? Que samba lindo! Abençoado o amor dos dois. beijo,

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  3. Salve, salve, meu irmão Szegeri e minha doce Stê! Com a autoridade vagabunda de celebrante da união dos dois, ergo o copo no Buteco torcendo pela multiplicação dos dias em crescente intensidade de bem querer! Beijo enorme e SAUDADE de vocês.

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  4. O amor de vocês me emociona profundamente e me dá esperança de um mundo melhor! Saudades!

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