terça-feira, 13 de junho de 2006

Em dia de estréia, homenagem singela ao grande Maugeri Sobrinho, com quem tive a honra e o prazer de muitas vezes dividir a mesa no falecido (melhor seria "morto-vivo") bar Bom Motivo. Compositor de grande talento, passou necessidade, morreu pobre, sem receber um níquel pela marchinha arqui-popular que compôs em comemoração ao primeiro título mundial do Brasil, em 1958, em parceria com Wagner Maugeri, Lauro Müller e Victor Dagô. Lembrei-me particularmente dele com saudade, tristeza e indignação, ao ver sua composição conspurcada num comercial ordinário de uma conhecida cadeia internacional de lanchonetes. Valeria bem a pena, aliás, investigar se algum centavo foi pago pelos direitos autorais e quem os teria recebido.


A taça do mundo é nossa

Wagner Maugeri, Lauro Müller, Maugeri Sobrinho e Victor Dagô


A taça do mundo é nossa!
Com brasileiro não há quem possa!
Eeeeêta esquadrão de ouro
É bom no samba
É bom no couro

O brasileiro lá no estrangeiro
Mostrou o futebol como é que é
Ganhou a taça do mundo
Sambando com a bola no pé!

3 comentários:

  1. szegeri, comentarios a parte, foi 8 a 2 corinthians e cerro na libertadores de 1999.
    eu tava no estadio, não podia ter errado o placar!
    vamos tomar todos a caixa que o vandré vai pagar! abraço,
    felipe.

    ah, o link pra checar a informação, hehehe

    http://www.rsssf.com/sacups/copa99.html

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  2. Felipão, como diria o velho deitado: em briga de corinthiano, palmeirense toma cerveja por conta...

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  3. zé sergio16/6/06 18:04

    Meu hit favorito das Copas é:

    "Mané Garrincha/
    Mané Garrincha/
    Mané, o meu peito se expande/
    Mané que brilhou lá na Suécia/
    Mané que nasceu em Pau Grande"

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